domingo, 8 de abril de 2012

Justiça!?

Em Rio Maior, o Tribunal tudo faz para evitar que os espoliados sejam ouvidos e por isso não pode haver um julgamento. A Câmara avalia uma casa no centro da aldeia, com cinco assoalhadas, cozinha, casa de banho, garagem, parque de estacionamento, poço com água abundante, uma casa para recepção de amigos, forno a lenha e terreno com cerca de 180 m de estrema com estrada, em menos de 2000 € . Para isso as Finanças alteram as confrontações da casa, que foi construída há quase um século à beira da estrada, passando-a para o interior do terreno e este de urbana passa a rústico. Pelo seu valor o Processo passa a sumário e o juiz decide sem nos ouvir nem às testemunhas.
Assim os juízes impedem que haja um julgamento, e consideram inepta a acção de demarcação, mesmo tendo nós um muro onde devia estar estrada. Só não se compreende porque mandam um avaliador ao local. Para considerar inepto, não preciva de o mandar lá. A não ser para nos obrigar a dispender muito dinheiro e nos levar a desistir de lutarmos porb Justiça. Mas estou confiante de ainda encontrar uma excepção. Espoliam-nos, pagamos a despesa da Justiça, somos ameaçados, insultados e exploarados. Ao avaliador temos de pagar 4UCs.
Quem poderá travar a ganância dos "carraças" se têm a Justiça a protegê-los?

Estrada Parideira

Conhecem em Rio Maior a estrada parideira, mais propriamente a EM 583-3, do Outeiro da Cortiçada, secção B?
1.ª estrada: no mapa cadastral, com cinco metros e vinte e cinco de largura, aparece a separar os artigos dum e doutro lado
2.ª estrada: um proprietário ocupa parte do terreno contrário, com a construção duma moradia, porque registou o leito da estrada em seu nome e no julgamento da Providência Cautelar ficou provado que a estrada não media mais de três metros e foi ocupada pelo logradouro traseiro.
3.ª estrada: três topógrafos credenciados encontraram os marcos desaparecidos da propriedade invadida, a cinco metros para dentro do muro traseiro de vedação. Isto significa que está debaixo da moradia.
Assim vai o nosso País!